Mulheres periféricas encontram na bioeconomia um caminho de autonomia e resistência
- Caê Salvadori
- 30 de mai. de 2025
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Projeto ARTEMÍSIA forma 500 mulheres em territórios vulneráveis do Rio de Janeiro para empreender com saberes ancestrais, sustentabilidade e geração de renda.

O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e essa desigualdade se expressa de forma ainda mais dura quando atravessa o corpo de mulheres negras, periféricas e com deficiência. Elas enfrentam a pobreza não só em sua dimensão material, mas também nas barreiras cotidianas que limitam o acesso à renda, à saúde, à mobilidade e à dignidade.
É nesse contexto que o projeto ARTEMÍSIA – Escola de Mulheres e Bioeconomia, surge como resposta e possibilidade. A iniciativa vai capacitar 500 mulheres de regiões periféricas do Rio de Janeiro em técnicas sustentáveis de empreendedorismo, como a produção de sabonetes naturais e o cultivo de ervas medicinais, resgatando saberes tradicionais e promovendo autonomia.



